• Ficha cadastral
  • Filie-se
  • Recadastramento
  • Galeria
quinta-feira, outubro 29, 2026
PSB 40 BA
  • Inicio
  • O partido
    • Nossa história
    • Membros da Executiva Estadual
    • Regimento Interno
    • Código de Etica
  • Partido em ação
  • Notícias
  • Segmentos
  • Contato
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Inicio
  • O partido
    • Nossa história
    • Membros da Executiva Estadual
    • Regimento Interno
    • Código de Etica
  • Partido em ação
  • Notícias
  • Segmentos
  • Contato
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
PSB 40 BA
Inicio Notícias

Desconhecimento dos sintomas induz falso diagnóstico da anemia falciforme

28 de setembro de 2013
Compartilhe no FacebookCompartilhe no whatsapp

A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado debateu a “Política de concessão de benefícios para portadores de doenças hereditárias associadas a fatores raciais”, nesta sexta-feira (27), na Câmara Municipal de Salvador, por iniciativa da senadora Lídice da Mata (PSB-BA), relatora do PLS 389/2012. De autoria do senador Waldemir Moka (PMDB-MS), o projeto prevê a concessão de benefício mensal à pessoa portadora de doença hereditária e benefícios como a isenção do cumprimento e prazo de carência para auxílio-doença e aposentadoria por invalidez.

De acordo com Lídice da Mata, a escolha da capital baiana como sede do debate deve-se ao fato da Bahia apresentar maior prevalência de anemia falciforme, com incidência de um caso para cada 650 bebês nascidos vivos, enquanto em outros estados, a exemplo do Rio de Janeiro, é registrado um caso para cada 1.300 bebês. “O objetivo deste debate é ouvir dos especialistas quais são os principais entraves no diagnóstico e tratamento dos portadores de anemia falciforme. Essas informações nos ajudará a melhor formatar os projetos de lei do Senado”, disse.

A coordenadora nacional para doença falciforme do Ministério da Saúde, a médica Joice Aragão, explicou que no Brasil há mais pessoas com o traço da anemia do que com a doença. Segundo ela, um levantamento do Ministério concluiu que em torno de 180 mil crianças brasileiras possuem a doença e 80% delas morrem até os cinco anos de idade por falta de acompanhamento. “As grávidas representam um grupo bastante vulnerável, sendo que 50% delas morrem durante o parto”, reforçou.

Para a vereadora Fabíola Mansur, presidente da Comissão de Saúde da Câmara Municipal de Salvador, o teste do pezinho é um exame importante para detectar a doença, mas há uma carência de acompanhamento desses casos. “Depois que é detectada a anemia no recém-nascido essas crianças são tratadas onde? O acompanhamento tem que ser feito durante toda a vida porque é uma doença sem cura e com sintomas agressivos”, salientou.

Carência – “Há uma deficiência do SUS, em âmbito estadual e municipal, em fazer chegar à informação sobre a doença ao público-alvo. Até os próprios profissionais de saúde têm dificuldade em detectar corretamente os sintomas”, critica o professor do Instituto de Saúde Coletiva (ISC), da Universidade Federal da Bahia (Ufba), Eduardo Mota. O pesquisador do Centro de Pesquisas Gonçalo Muniz (Fiocruz/BA), Mitermayer Galvão, fez crítica semelhante: “O diagnóstico incorreto pode resultar em cirurgias desnecessárias. Quando era estudante, lembro-me de um paciente que teve um baço sadio retirado por conta do desconhecimento dos sintomas”, contou.

Os debatedores concluíram que embora a Bahia lidere o ranking de casos de anemia falciforme no País, a doença avança em todo o Brasil, inclusive em estados onde a presença negra é menor. Isso mostra, na opinião do coordenador de pesquisas com células tronco da Ufba, Gildázio Daltro, que “negligenciar a doença e o doente é pior do que conviver com os sintomas da anemia falciforme. Portanto, é preciso colocar o portador da doença no centro do debate”, sugeriu.

Também participaram do debate a médica Liliane Mascarenhas, representando o governador Jaques Wagner e o secretário de saúde do Estado, Jorge Solla; os vereadores Silvio Humberto e Odiosvaldo Vigas; Maria do Carmo Morais, presidente da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE);  e Altair Lira, da Associação Baiana das Pessoas com Doenças Falciformes (ABADFAL).

Ascom PSB-BA

Tags: anemia falciformeAssociação Baiana das Pessoas com Doenças Falciformes (Abadfal)Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE)Centro de Pesquisas Gonçalo Muniz (Fiocruz/BA)Fabíola Mansur (PSB)Lídice da Mata (PSB-BA)Mitermayer GalvãoUFBAVereador Sílvio Humberto (PSB)Waldemir Moka (PMDB-MS)
Postagem anterior

PSB recebe novos filiados para reforçar chapa de deputados em 2014

Próxima postagem

Comissão de Cultura inicia audiências itinerantes em bairros periféricos

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Posts recentes

  • PSB e Fundação João Mangabeira promovem capacitação de candidatos na Bahia
  • Seminário Bancadas Socialistas Qualificadas reúne candidatas, candidatos e assessorias do PSB Bahia
  • Tum disputará vaga na Câmara Federal pelo PSB
  • PSB da Bahia realiza convenção estadual nesta sexta-feira (31) em Salvador
  • Samuel Nonato atribui crise do transporte em Salvador às gestões de ACM Neto e Bruno Reis e destaca VLT como legado do governo Jerônimo

Comentários

  1. Sr. WordPress em Olá, mundo!
  • Ficha cadastral
  • Filie-se
  • Recadastramento
  • Galeria
Rua Dep. Cunha Bueno, 71, Rio Vermelho - Salvador / Ba - CEP: 41950-220 | Tel: (71) 2132-4811

© 2024 Copyright - Todos os Direitos Reservados | Partido Socialista Brasileiro da Bahia - PSB | Desenvolvido por Conecta Freela

Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Inicio
  • O partido
    • Nossa história
    • Regimento Interno
    • Estatuto do Partido
    • Código de Etica
  • Partido em ação
  • Notícias
  • Contato

© 2024 Copyright - Todos os Direitos Reservados | Partido Socialista Brasileiro da Bahia - PSB | Desenvolvido por Conecta Freela